Magreza extrema continua nos desfiles de moda

 

USOS E ABUSOS

 

Depois de muita controvérsia sobre a magreza de jovens, muito jovens, que se viam nas  passerelles, houve quem anunciasse legislação proibitiva de contratação de manequins subnutridos. Isto aconteceu em 2015. Não creio que alguma coisa tenha mudado, a avaliar pelas fotografias que vejo publicadas em revistas que noticiam os desfiles dos grandes criadores.

Não costumo assistir a desfiles, mas gosto de revistas onde aprecio a criação dos grandes costureiros. Como acontece muitas vezes, em dezembro, comprei a Vogue Paris, Collections Printemps/Été 2020, que folheei rapidamente e coloquei de lado, para a ela voltar, de vez em quando, sempre que me apetecesse.

Um dia destes voltei a olhar para a minha Vogue primavera/verão 2020. Desta vez fui à procura dos meus costureiros favoritos. Vi com atenção os vestidos. Eu gosto muito de vestidos. Ao olhar atentamente para os tecidos e para os seus cortes, comecei a prestar atenção às jovens que vestem as roupas dos criadores. Voltei a encontrar aquela magreza de que tanto se falou há uns cinco anos.

Tirei algumas fotografias a alguns modelos da revista. A qualidade das imagens não é grande coisa, mas ilustra bem o que eu quero mostrar. As marcas parecem não se importar com a magreza extrema dos jovens. Qualquer dia alguém se vai lembrar de, mais uma vez,  fazer uma companha contra esta situação. Para depois continuar tudo na mesma.

 

 

Bajouca não quer ser explorada por gás

QUERER É PODER

 

Bajouca é uma freguesia do concelho de Leiria, onde, em 2015, um governo em final de mandato concessionou a exploração de gás. As gentes da freguesia e do concelho não querem e têm protestado.

O presidente da Câmara Municipal de Leiria, Gonçalo Lopes (PS) enviou uma carta ao ministro do Ambiente e da Ação Climática a pedir-lhe que trave exploração de gás na freguesia da Bajouca.

A empresa australiana à qual foi entregue a concessão ainda não fez a prospeção e, por isso, o presidente a Câmara Municipal refere que o resgate da concessão é barato.

Gonçalo Lopes, teve conhecimento da carta que o ministro enviou à ativista do clima, Greta Thunberg, onde, João Pedro Matos Fernandes, refere o mal que as alterações climáticas fazem ao nosso país, sendo este o fundamento encontrando para pedir ao ministro que resgate a outorga.

A concessão foi entregue, em 2015, pelo Governo de então em final de mandato. Isto parece dar esperança a Gonçalo Lopes, já que os responsáveis políticos eram outros. Mas até pode funcionar ao contrário, por isto e por aquilo, vai ver que a concessão não pode ser travada.

Fez muito bem o senhor presidente da Câmara, mas deve ter paciência, possivelmente a carta era só para Greta ver.

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