Lisboa
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Já era tarde quando as três senhoras se lembraram que não tinham almoçado e uma delas precisava mesmo de comidinha. Estava visto que não podiam adiar muito mais. As compras tinham mesmo de aguardar. Então elas entreolharam-se à espera de sugestões. Foi então que uma, um pouco a medo, sugeriu que tomassem uma refeição ligeira
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Encontrei-as na LUSA (Agência de Noticias de Portugal). Os alunos do ensino superior público, no próximo ano, vão ter reforço dos apoios sociais. Incêndio de Vale da Serra foi declarado extinto à 1:45. Paulo Macedo (CGD) diz que é normal que os depósitos venham a ser remunerados. A Rede Portuguesa de Arte Contemporânea vai contribuir
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Os carros grandes cresceram. As suas dimensões estão maiores. Em número não sei, mas que o seu tamanho afronta os pequeninos que se encolhem entre eles não tenho dúvidas. Foi a doença destes quase dois anos? era a isto que se referia o secretário de Estado que foi à Europa dizer que Portugal ganhou com
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Palavras que mordem Sentados à mesa do café, dentro de um centro comercial, em Lisboa, Portugal, com três chávenas de café vazias na mesa, sem máscaras, três brasileiros, dois homens e uma mulher, recriavam-se a falar mal do meu país. Eu ouvia-os e a minha raiva crescia. Um dos homens, o que estava virado para
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PORTUGAL Este ano Portugal vai eleger os órgãos autárquicos. A Comissão Nacional de Eleições (CNE) na sua página da Internet indica a data setembro/outubro. Os partidos políticos e os candidatos há muito tempo que se movimentam apresentando os homens e as mulheres (poucas) como cabeças-de-lista. Em Lisboa começam a pendurar cartazes. O PSD à saída do
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Vinha eu por ali abaixo e deslumbrei-me vendo uma montra ampla, clean, abrindo passagem aos olhares. Era a YOYO-Objetos. Em tempos, escrevi: YOYO – Objetos: uma montra clean abre passagem aos olhares. E a história continua na Rua do Arco a S. Mamede 87A, 1250-027 Lisboa. Imagens: Rui Penedo
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AS PALAVRAS Estamos sozinhos nesta nossa cidade. Nós ganhamos os outros perdem. Apetece dizer que Lisboa é nossa, embora saiba que a frase fixa à superfície uma memória recôndita. Lembra uma lengalenga que alguns gostavam de repetir nos tempos idos. Não quero conotações dessas. Só quero que saibam que gosto de me sentir com espaço e entre
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COISAS TRISTES Aqui, em Portugal, a ministra da Justiça visitou, na prisão, uma mãe sem-abrigo que abandonou o filho recém-nascido nos detritos da cidade de Lisboa. Esta mesma cidade que desabriga muitos dos seus, está, de vento em popa, no negócio do turismo. Vejam bem, que li, mas deve ser notícia falsa, que até a