Alentejo
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Olhando um placard que ainda exibe um Rio eufórico, lembrei de uma história que ouvi contar há muitos anos. Aquele partido político que contavam ganhar as eleições do passado domingo, deixou que os seus filiados enchessem autocarros e “desaguassem” nas grandes cidades, criando a ilusão que com tanta gente ia ganhar. Tamanhas enchentes tinham forçosamente
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Mas eles inçam o Alentejo de culturas intensivas e matam a boa qualidade do azeite e as terras sem dó nem piedade. A caminho de Beringel (distrito de Beja) correm em sentido contrário à marcha do meu carro os olivais de cultura intensiva que me sobressaltam pelo mal que fazem à terra, à boa qualidade
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Deu-se reviravolta. Esperemos pela cambalhota. Deve ter sido fácil ampliar as “pequenas” xenofobias e montar umas quantas frases sonantes para gritar nas televisões e nas redes sociais. Na noite eleitoral de domingo, enquanto ouvia os resultados pensava: “já não há alentejanos no Alentejo”. Dois dias depois queria manter esse pensamento, mas sei que não é